Dores multiplicadas Brasil afora

Há dias que o desânimo bate como se não houvesse saída para nada. Às vezes ele se prolonga por semanas. É possível ser indiferente diante de tanta dor e incertezas? Eu acho que não. Afinal, não sou psicopata para ficar insensível a tudo o que está acontecendo no Brasil. Em uma semana dois amigos meus morreram vítimas da covid, em Porto Velho. Ontem, dois amigos do Zé Carlos faleceram. A dor que sentimos ouvindo/lendo notícias sobre o que acontece no país se multiplica dentro do peito quando é alguém que conhecíamos, por quem tínhamos afeição, respeito. Leia mais

Enquanto uns negam, milhares morrem

No começo da pandemia, com tudo tão mais incerto quanto agora, muito se falou na mudança que o isolamento social poderia influenciar no comportamento humano. As dificuldades de quem tem menos tocariam profundamente quem tem mais, geraria empatia em todos e em pouco tempo seríamos novas pessoas. Menos egoístas, com certeza. Empáticos sim, como não? Leia mais

Exemplo que arrasta

Mais de 50 mil pessoas morreram de covid-19 até ontem (20). Cinquenta mil vidas se foram vítimas de um vírus que chamamos ‘novo’ mas que já está há muito tempo entre nós destroçando famílias. Muito tempo para tanta morte são quatro meses desde a primeira vítima no Brasil. Bebês, crianças, jovens e idosos de gêneros, idades e classes sociais distintas morreram nesse imenso País, que está há mais de um mês sem um ministro da Saúde. Leia mais