Ele nasceu num dia frio de junho, quando a friagem ainda era fenômeno recorrente em Porto Velho. Talvez por isso goste de frio, eu penso.
Hoje, 25 anos após aquele reencontro, também está frio e chove em São José. No café da manhã, bolo de chocolate do jeito que ele gosta. Mas desta vez teve velinhas. “Por que, mamãe?”, ele pergunta. “Porque são 25 anos, meu filho. Data importante!”, eu respondo.
