Com sabor e afeto

Quando eu estava no jardim de infância, levava na lancheira pão com manteiga e nescau. Às vezes quando sinto um aroma parecido o tempo para e eu volto àqueles dias. Eu não lembro nada de quando tinha quatro anos de idade e estudava no Branca de Neve. Minha única recordação é do cheiro de manteiga misturado com o doce do achocolatado. Leia mais

O portovelhês nosso de cada dia

Porto Velho completou ontem (2), 106 anos de fundação e hoje ao acordar meu segundo pensamento foi: queria tomar café lá no Mercado Central. Iria pedir mingau de banana com tapioca e uma tapioca com manteiga e castanha. Café para acompanhar. Taí uma saudade.

Uma coisa levou à outra e eu me lembrei de um texto que fiz para um caderno especial do Diário da Amazônia em homenagem ao aniversário de Porto Velho. Isso foi em 2007. Treze anos correram desde então. E esse texto foi o que me aproximou do Zé Carlos, o homem do Banzeiros – ou teria sido o contrário? Bom, isso é outra história. Leia mais

Pequeno, o cão sorridente

Quando estivemos pela primeira vez na casa onde hoje moramos, fomos recebido por um sorridente cachorrinho caramelo. Nos seguiu pela rua e depois pelo quintal da casa. Ganhou carinho e nossa simpatia. Os olhos dele falavam mais sobre o lugar do que o corretor imobiliário que nos acompanhava.

Dias depois soubemos que o vira lata atendia por Pequeno, tinha casa, comida e caminha, mas gostava mesmo era de perambular pelas ruas do bairro, dar conta do que passava pela vizinhança. Argus e Azula fizeram festa para ele logo que se conheceram. Achava curioso como todos os cães faziam amizade com o Pequeno. Inclusive, conheci a Atena por meio dele, que a levou para casa e então eu a pude ver da sacada. Era o camarada de todos. Com exceção, claro, dos motociclistas. Não negava a raça. Leia mais

Saudade temperada

Se você ainda utiliza o Facebook, vai concordar comigo: o álbum de lembranças é o que há de melhor naquela desgastada rede.

Ontem, essa foto de um domingo em 2018, me revirou a memória. Zé Carlos e eu sorríamos após um maravilhoso café na Bachan – à época o melhor café regional de Porto Velho (ainda é?). Leia mais

Aproveita o embalo

Nas últimas três semanas tenho sonhado com o meu pai em situações cotidianas, aquelas que não damos importância. Hoje entrei numa conversa sobre suculentas no grupo de whatsapp dos meus irmãos e disse: “Por falar nisso, eu fiz hoje um brigadeiro com chocolate a 80%!”. E depois completei: sonhei com o papai. Leia mais