Há algum tempo eu vivo um desassossego, um desentendimento constante com minhas memórias. Quando comecei a ler Torto Arado parecia que eu estava abrindo um álbum de família, que mesmo não sendo a minha de hoje, era a que já tive em algum passado. E partes dela permanecem em mim. Seja na minha pele e nos meu lábios, mas principalmente no sentir.
