Aquele junho de 98

Junho era época de friagem em Porto Velho. Dias frios, dois ou três. Frio do Norte, uns 14ºC, portanto, muito frio para quem vive mais de 360 dias por ano com a brisa de 30ºC. Passava do meio-dia. Fui chamada ao portão de casa. Uma moça com quem pouco havia conversado veio trazer a notícia que mudou todo o roteiro que eu traçava para a minha vida. Leia mais

A minha frase de mãe

“Me chamou, mãe?”, pergunta João Pedro após meia hora do meu chamado. “Você está com delay? Se fosse vida ou morte, eu já estaria morta”. A resposta foi automática. Eu que sempre critiquei (em pensamento) os exageros da minha mãe estava ali reproduzindo uma versão do clássico “quando eu morrer vocês vão chorar”. Leia mais

Viver é uma dádiva

João Pedro costuma reclamar de algum incômodo, seja qual for, e ao final do lamento diz: Mãe, acho que estou morrendo aos poucos. Minha resposta é sempre parecida: Morremos a cada dia, por isso precisamos viver mais. Com a quantidade de notícias de morte que chega todo dia é fácil perceber que a vida é muito mais passageira do que costumamos pensar. Leia mais