Tas boa, nêga?

Gosto um tanto de sotaques (uns mais outros menos). Alguns parecem ter musicalidade, um ritmo. Ficaria ouvindo um tempão. Nessa viagem a Minas encostei na sombra de uma árvore lá em São Gonçalo do Rio das Pedras (vê que nome mais bonito?!) para ouvir a prosa de quem passava.

“Tem base não”, “Ô aqui procê ver se isso é assim messs”, “Com Deus, viu?” – foram algumas das frases que pesquei da conversa entre duas amigas (suponho, porque uma perguntou pela mãe da outra) que se encontraram na rua uma indo e outra voltando da escola para fazer a rematrícula do filho ou filha. Leia mais