Prefiro feijão com charque

Ultimamente tenho pensado que o topo de um muro tem melhor utilidade para passarinhos e gatos. Às vezes eu me apoio nele para conseguir podar a primavera, que se estica tijolos a fora e ameaça chegar ao meio da rua. Mas o muro figurativo é um lugar onde não desejo estar, principalmente em meio a tantos conflitos. Antes eu até via esse recurso como algo seguro, onde seria mais fácil manter relacionamentos e, especialmente, amizades. Não que eu queira me desfazer de amigos ou deseje que eles se desfaçam de mim, nada disso. O que não dá mais é fingir que está tudo bem quando não está. Poderia até pensar que está bem sim, afinal, tenho um emprego, casa própria, quantas refeições quiser ao dia, meu filho e meu marido perto de mim. Grandessíssima egoísta seria se assim pensasse. Leia mais

Quando faltam palavras

Você sente uma vontade imensa de escrever, quer compartilhar seus anseios – e alguém quer saber disto? – e, finalmente, cria coragem e um blog. Mas, e agora que posso escrever, o que deve ser dito?

As palavra somem, aquelas ideias vão passear e – puft! Linhas vazias. Eu não estou escrevendo nada com nada, e agora não importa! O que quero é começar e não deixar para amanhã – chega de deixar para depois o que se quer! Ah, e aqui vou usar exclamação sim! (É que eu sou jornalista e preconceituosa com o uso do pontinho ‘!’).

Eu escrevi no título ‘quando faltam palavras’ porque não sabia o que escrever, no entanto, aí estão elas.

Talvez, o título remeta às muitas palavras que não soube dizer hoje e ontem. É isso! Acho que com minha vontade de controlar a língua acabo por não dizer o que sinto vontade. Penso que minha opinião vale para quem quer saber, se ninguém perguntou, para que vou falar?

Ei, mais aqui é diferente, tá? Palavras não faltarão.

Consegui publicar o primeiro post 🙂 Vitória parecida quando consegui subir até a pedra Mapinguari