A briga com o capim

Hoje eu fui vencida por um pé de capim. Na verdade são vários nem sei quantos brotaram da muda que eu trouxe da rua. Aqui em Santa Catarina tem uma variedade de capins, todos bonitos e, portanto, ornamentais. Esse que me venceu (por enquanto, pois amanhã será outro round) é roxo, com detalhes verdes. Fica alto, bem vistoso. Leia mais

Cheirinho de vida

Segurança, conforto, alegria, vida pulsando. Acordar pela manhã e sentir o cheiro do café é a certeza de que o Zé Carlos está bem e eu estou viva.

Essa é a minha prova matinal de que ganhei mais um dia para viver ao lado de quem amo. Eu disse isso e ele se surpreendeu. Não imaginava que o cafezinho preparado para a família tinha assim tanto significado, além da benção de termos o alimento à mesa. Leia mais

Pequeno, o cão sorridente

Quando estivemos pela primeira vez na casa onde hoje moramos, fomos recebido por um sorridente cachorrinho caramelo. Nos seguiu pela rua e depois pelo quintal da casa. Ganhou carinho e nossa simpatia. Os olhos dele falavam mais sobre o lugar do que o corretor imobiliário que nos acompanhava.

Dias depois soubemos que o vira lata atendia por Pequeno, tinha casa, comida e caminha, mas gostava mesmo era de perambular pelas ruas do bairro, dar conta do que passava pela vizinhança. Argus e Azula fizeram festa para ele logo que se conheceram. Achava curioso como todos os cães faziam amizade com o Pequeno. Inclusive, conheci a Atena por meio dele, que a levou para casa e então eu a pude ver da sacada. Era o camarada de todos. Com exceção, claro, dos motociclistas. Não negava a raça. Leia mais

A missiva

Há semanas não escrevo nada aqui no blog. Vontade até tive, mas uma coisa ou outra me impediu. Ou eu deixei que impedisse. Hoje, dia nublado, chove não chove, friozinho agora, friozão logo depois, coragem meio bamba para reagir. Abri o e-mail para ler a primeira newsletter de segunda-feira e lá estava ela, a missiva. Leia mais

Dias estranhos

Essa semana está sendo bem estranha. Sem querer, soube que na minha Carteira de Trabalho Digital – da qual desconhecia a existência – estou registrada desde 2013 como ‘operadora de máquina pesada’ no Governo de Rondônia. O período entre 2015 e 2018 como coordenadora de conteúdo não aparece na tal carteira. Ainda não consegui resolver esse mistério. Leia mais

Exemplo que arrasta

Mais de 50 mil pessoas morreram de covid-19 até ontem (20). Cinquenta mil vidas se foram vítimas de um vírus que chamamos ‘novo’ mas que já está há muito tempo entre nós destroçando famílias. Muito tempo para tanta morte são quatro meses desde a primeira vítima no Brasil. Bebês, crianças, jovens e idosos de gêneros, idades e classes sociais distintas morreram nesse imenso País, que está há mais de um mês sem um ministro da Saúde. Leia mais

Quem chuta a dor do outro?

Para quem ainda acredita que a pandemia é uma conspiração e que a culpa pelas mortes é dos governadores e prefeitos que receberam um trilhão de dólares da União e que enfiaram nos bolsos;

Para quem se fia na certeza de que a Covid-19 hoje só pega pobre;

Para quem jura que é invenção isso tudo ai; Leia mais

Um pé de vida

Uma queda me fez pensar na fragilidade da vida, que num instante está cheia de certezas para em seguida se perder no vazio de dúvidas. Num momento estava conversando sobre a preservação da Mata Atlântica e no outro estava caída com o pé direito virado para trás. Ao descer uma escada na casa de uma entrevistada pisei num degrau solto. Essa mesma escada havíamos subido e descido algumas vezes naquela tarde de quarta-feira quando produzíamos a reportagem sobre o Dia Mundial do Meio Ambiente. Leia mais