Primeira tattoo de 2020

Foi num intervalo de almoço em 2015 que eu decidi fazer uma tatuagem. Decidi e fiz. Liguei para o tatuador indicado por um amigo, que estava – que sorte a minha – com horário vago por desistência de um cliente. Tatuei o perfil de um dachshund em homenagem ao Argus Maximus e desde então não parei mais.

Em três viagens consegui ser atendida por tatuadoras super-talentosas. Em Taubaté marquei minha paixão por viajar. Em Salvador, guardei o carinho pelo Nordeste num potinho e também tatuei a loba da liberdade. O São Francisco com o Argus no colo foi tatuado em Curitiba.

Em 2018 devo ter feito umas quatro tatuagens.  Ano passado, na cidade nova, fiz apenas uma. Marquei na pele a Ponte Hercílio Luz e as Caixas d’Água, homenagem a Florianópolis e Porto Velho. Obra do meu primo Muriel, o Curumex – que retratou a minha ideia com criatividade.

Há uns três meses estava com outra ideia fixa, mas não sabia a quem recorrer. Surgia na minha mente uma girafinha fofa comendo pipoca. Eu gosto muito de girafas e sou dependente de pipoca e então imaginei juntar essas duas queridas. A espera foi recompensada no sábado (18).

Girafinha pipoqueira

Ainda não sei se o porquê das tatuagens vai além do simples gostar. Enquanto não for proibido ou me fizer mal, continuarei rabiscando a minha pele.

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