Os dias em Porto Velho passaram ligeiros como a friagem de junho em Rondônia – rapidinho e quase nem dá para aproveitar o clima gostoso sem o calor sufocante. Mesmo assim, foram ótimos. Reencontramos muitos amigos e revimos a família. Todos queriam saber como é morar longe de todos os bem-amados, como é o frio, as pessoas do Sul do país, a comida e a saudade.
A resposta, pessoal, é que não é tão difícil como possa parecer. Claro que às vezes chateia não poder pegar o carro e ir ali visitar uma irmã ou uma amiga. Já xinguei muito por não encontrar nas prateleiras do mercado ou da feira o item que eu estava acostumada a comprar em Porto Velho. As pessoas do Sul são como as do Norte, localização geográfica não define caráter ou amabilidade. Mas por aqui é bem mais difícil alguém te chamar para um churrasco após te conhecer na fila do caixa (aee porto-velhenses gente boa!). Ah, e o frio enfrentamos com bastante casacos e cobertas quentinhas. E a saudade matamos revendo vocês e nos carregando de boas energias emanadas por todos.

Edna Samáira 
Cristiane Cruz 
Eleni Caetano 
Leo Ladeia 
Irmãs e sobrinhos 
Irmãs, irmã-cunhada e sobrinha 
Luiza Arcanjo 
Leo, Sandro e Valéria 
Valeria Marques 
Neiry e Majory 
Cris Santana 
Domingues Junior
Felipe Araujo e Van Vasconcelos













