Valor somos nós quem damos

O quintal da minha casa é um jardim. Tem palmeiras, primaveras, pimenteiras, muitos cactos, uma variedade de plantas cujos nomes desconheço. A alegria desta semana foi acompanhar o desenvolvimento das primeiras jabuticabas, após quase quatro anos de espera.

Essa árvore resistiu ao escavamento frenético do Argus Maximus. Ela chegou aqui sendo uma frágil plantinha e na terceira vez que foi retirada do chão pelo Argus, ficou em três pedaços. Insistente e otimista que sou, plantei novamente, reforcei a proteção contra as brincadeiras caninas e ela seguiu o curso da vida. Leia mais

Problemas de estimação

Você deve conhecer alguém que tem sempre pronta uma lista de problemas para apresentar e entre os itens alguns que você já ouviu antes. Com toda boa vontade, você se dedica a mostrar as possibilidades de solução para os males apresentados. “Mas, o quê? Você não entendeu nada do que eu disse!”, diz, contrariado, seu amigo reclamão. Leia mais

Você não está vazio de amor

Nas últimas semanas tenho feito um regime de palavras. As negativas eu não posso engolir. E o Twitter, a rede que eu mais gosto, está repleta delas.

Penso sempre quando leio (ou ouço) “que ódio!” se a pessoa faz a miníma ideia do que representa essa palavra, a força dela. Para se ter ódio de algo você tem que estar muito vazio de amor. Não acredito que todos estejam. Deus nos livre! Leia mais

Quando faltam palavras

Você sente uma vontade imensa de escrever, quer compartilhar seus anseios – e alguém quer saber disto? – e, finalmente, cria coragem e um blog. Mas, e agora que posso escrever, o que deve ser dito?

As palavra somem, aquelas ideias vão passear e – puft! Linhas vazias. Eu não estou escrevendo nada com nada, e agora não importa! O que quero é começar e não deixar para amanhã – chega de deixar para depois o que se quer! Ah, e aqui vou usar exclamação sim! (É que eu sou jornalista e preconceituosa com o uso do pontinho ‘!’). Leia mais