Dias estranhos

Essa semana está sendo bem estranha. Sem querer, soube que na minha Carteira de Trabalho Digital – da qual desconhecia a existência – estou registrada desde 2013 como ‘operadora de máquina pesada’ no Governo de Rondônia. O período entre 2015 e 2018 como coordenadora de conteúdo não aparece na tal carteira. Ainda não consegui resolver esse mistério.

Enquanto isso, estou há mais de um mês afastada do jornal e o INSS ainda não analisou meu pedido de auxílio-doença. Provavelmente ficarei algum tempo sem o salário referente aos dias parados, literalmente.

Na terça-feira, durante o almoço, o João Pedro perguntou como era Curitiba, se havíamos gostado de lá. Contamos, Zé Carlos e eu, como foi nossa viagem ao Paraná há dois anos e já nos animamos a passar um final de semana por lá quando “tudo isso passar”. Daqui até Curitiba são menos de 300 quilômetros e a viagem é bem agradável.

No dia seguinte a esse conversa, recebi um e-mail do hotel onde nos hospedamos em 2018 em Curitiba. “Voltamos! Estamos reabertos para recebê-lo com todos os cuidados necessários” – dizia a mensagem. Quando eu digo que as paredes têm ouvido é porque têm!

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