Os meus sabores de Porto Velho

Porto Velho entrou para a lista de cidades visitadas por mim e pelo Zécarlos e para a hashtag #viagensmarcelaezecarlos no instagram. Como turistas, passeamos pelas ruas já conhecidas, fomos a quase todos os restaurantes (outrora) preferidos, conferimos os pontos turísticos e outros nem tanto. 

Da listinha que fiz de lugares que queria rever, o icônico pôr do sol na beira do rio Madeira ficou de fora. Pensa no toró! Nos dias em que não houve chuvarada, estávamos do outro lado da cidade, o que não nos impediu de apreciar aquele ceuzão alaranjado de fim de tarde. Um espetáculo!

Visitar a cidade onde nasci e morei por 45 anos tem certas vantagens. Muito mais fácil desviar de furadas turísticas. Por que inventar moda e ir matar saudade de tambaqui num restaurante recém-inaugurado? Marrapáz! 

Almoçamos nos tradicionais restaurantes Barracão do Jair (ex-Ray) e Recanto do Tambaqui, na Vila da Candelária, que oferecem os insuperáveis rodízios de peixe – sendo o tambaqui a grande estrela, e também na Casa do Tambaqui, na extinta Vila Ferroviária. 

Se há algo que em Porto Velho não falta, é lugar para comer bem e ficar freguês. E cliente fiel sempre volta!

Do aeroporto, fomos direto para O Caroço, eu precisava de uma tigela de açaí! Zecarlos pediu tapioca recheada com ovo e eu aproveitei e também pedi a que eu mais gosto feita ali, a tapioca com castanha.

Delícia é poder comer o que se gosta e, principalmente, após tanto tempo tudo ter o exato sabor de antes.

Os dias que se seguiram foram de reencontros e todos – todos! – tiveram comida gostosa como acompanhamento.

Com a Malu o almoço foi no Recanto do Tambaqui, a primeira parada para matar a vontade/saudade/desejo de comer peixe amazônico, especialmente o tambaqui. O almoço com a Edna Samáira, Normando e Clarinha foi no Barracão do Jair e dá-lhe rodízio de peixe. Que enjoar o quê!

Teve o café da manhã regional caprichado no amor e nas preferências da beradeira lá no Mercado Cultural onde, acompanhada da Vanessa e do Felipe, comi quissó muita tapioca com tucumã, mingau de banana com mingau de tapioca e até bodó! Misericórdia! Manda mais!

O bolo moca também fez parte do tour, claro. Compramos um tamanho família para o café da tarde com meus irmãos na casa da Daniele, que fez um bolo de milho sem igual. Égua, agora fiquei com vontade, ó.

Teve esfihas do Sabor Libanês, quibe do O Lenhador, moqueca do Peixinn, carne de sol do O Paroca e até bolo de tucumã da Elaine.

A primeira viagem para matar saudades de amores e sabores foi uma delícia!

2 respostas para “Os meus sabores de Porto Velho”

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